em 3 de fevereiro de 2026

Justiça contra a espera: ações judiciais já reduzem o tempo de pedidos de nacionalidade

em 3 de fevereiro de 2026

Justiça contra a espera: ações judiciais já reduzem o tempo de pedidos de nacionalidade

Diante de filas na análise dos pedido de nacionalidade portuguesa, que se prolongam por anos, as ações judiciais vêm sendo utilizadas para contestar a inércia do Estado e exigir que processos sejam analisados em prazo razoável.

Essa via tem ganhado força especialmente após decisões de tribunais portugueses que já validaram a tese jurídica desenvolvida pela Martins Castro, reconhecendo que quem preenche os requisitos legais não pode ser privado dos benefícios da nacionalidade por falhas do sistema.

Essas ações não se aplicam a todos os casos indiscriminadamente. Há critérios objetivos que precisam ser avaliados, entre eles:

  • a existência de prejuízo concreto causado pela ausência da nacionalidade portuguesa (como limitações profissionais, familiares ou de mobilidade); ou

  • o fato de o pedido ainda não ter completado um ano de espera sem qualquer análise, demonstrando risco de estagnação administrativa desde o início do processo.
    Quando esses requisitos estão presentes, a Justiça tem reconhecido o direito do requerente a uma resposta efetiva do Estado.

O ponto central dessas ações não é “furar fila”, mas assegurar que o direito reconhecido em lei seja efetivamente exercido. Em um cenário de crescente debate sobre mudanças na Lei da Nacionalidade e maior rigor nos procedimentos, avaliar desde já se o seu caso atende aos requisitos para uma ação judicial pode ser decisivo. Buscar orientação agora pode significar anos a menos de espera.

Se deseja solicitar uma análise para acelerar seu processo, acesse e envie o formulário:

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