Nacionalidade Portuguesa – Judeus Sefarditas

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Nacionalidade portuguesa pela via sefardita

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Como forma de reparação histórica, a legislação portuguesa, por meio da Lei nº 1/2013 e do Decreto-Lei 30-A/2015, passou a conceder a nacionalidade portuguesa, por naturalização, aos descendentes de judeus sefarditas, hipótese prevista no art. 6º, num. 7 da Lei da Nacionalidade Portuguesa, Lei nº 37/81.

Os judeus sefarditas são os descendentes das antigas e tradicionais comunidades judaicas da Península Ibérica (Portugal e Espanha). A partir de finais do século XV os sefarditas passaram a ser perseguidos por parte do Estado e pela Inquisição portuguesa e espanhola, sendo forçados a se converterem ao catolicismo, sob pena de serem expulsos do seu território, fato que ocasionou a fuga de milhares de judeus para vários países: Brasil, Venezuela, Colômbia, México etc.

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Martins Castro Consultoria Internacional possui uma equipe de advogados especializados em processos de nacionalidade portuguesa pela via sefardita. A consultoria também é integrada por pesquisadores e genealogistas, atuando desde a comprovação do vínculo genealógico com judeus sefarditas, por meio da elaboração da pesquisa genealógica, até a instrução, protocolo e acompanhamento do processo perante as autoridades portuguesas.

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Como requerer a nacionalidade portuguesa?

Passo 1: Estudo Genealógico

Após a identificação da descendência judaico-sefardita através do estudo genealógico realizada por um de nossos genealogistas, a pesquisa será enviada para a Comunidade Israelita de Portugal (CIL) ou para a Comunidade Israelita do Porto (CIP), instituições competente nomeadas pelo Governo Português para apreciar os documentos do candidato a cidadania.

[/et_pb_text][et_pb_button button_url=”http://bit.ly/forms_sefardita_brasil” url_new_window=”on” button_text=”DÊ O PRIMEIRO PASSO PARA CONQUISTAR O SEU PASSAPORTE PORTUGUÊS!” button_alignment=”center” _builder_version=”4.2.2″ custom_button=”on” button_text_color=”#1eb53c” custom_margin=”0px|||0px|false|false” custom_padding=”0px|0px|0px|0px|false|false” hover_enabled=”0″ box_shadow_style=”preset2″][/et_pb_button][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section][et_pb_section fb_built=”1″ _builder_version=”3.22″ custom_padding=”0|0px|50.5313px|0px|false|false”][et_pb_row column_structure=”1_2,1_2″ _builder_version=”3.25″ min_height=”357px” custom_padding=”0|0px|40px|0px|false|false”][et_pb_column type=”1_2″ _builder_version=”3.25″ custom_padding=”|||” custom_padding__hover=”|||”][et_pb_text _builder_version=”3.29.3″]

Passo 2: Certificação da CIL

Com a aprovação do estudo genealógico será emitido um certificado oficial, comprovando a ligação à comunidade judaica, documento necessário para dar início ao procedimento de nacionalidade portuguesa nos órgãos competentes.

Nesta segunda etapa do processo, a nossa equipe orientará sobre os requisitos e documentos necessários para a boa instrução do processo e evitar atrasos ou retrabalhos e acompanha o andamento do processo.

[/et_pb_text][et_pb_button button_url=”http://bit.ly/landing-ebook-geral” url_new_window=”on” button_text=”BAIXE O NOSSO EBOOK PARA COMEÇAR A SUA GENEALOGIA!” button_alignment=”center” _builder_version=”4.2.2″ custom_button=”on” button_text_color=”#8300e9″][/et_pb_button][et_pb_image align_tablet=”center” align_phone=”” align_last_edited=”on|desktop” _builder_version=”3.23″][/et_pb_image][/et_pb_column][et_pb_column type=”1_2″ _builder_version=”3.25″ custom_padding=”|||” custom_padding__hover=”|||”][et_pb_image src=”https://martinscastro.pt/dev/wp-content/uploads/2019/01/3-2.png” align_tablet=”center” align_phone=”” align_last_edited=”on|desktop” _builder_version=”3.23″][/et_pb_image][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.29.3″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.29.3″][et_pb_text _builder_version=”3.29.3″]

 Passo 3: A Conservatória

Com a certificação da CIL e outros documentos, os advogados da Martins Castro Consultoria Internacional protocolam e acompanham o processo. Os nossos advogados são habilitados pela Ordem dos Advogados de Portugal (OA), especializados na nacionalidade pela via sefardita, fazendo assim com que o seu requerimento satisfaça todos os requisitos exigidos pela legislação portuguesa.

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As chances de conseguir são grandes, desde que seu processo seja instruído da forma correta e adequada.

O texto legal, por meio da expressão “pode conceder”, como vemos no trecho abaixo, torna claro que a decisão sobre a nacionalidade é discricionária, ou seja, pode ser favorável ou não ao Requerente, a depender da vontade do decisor.

Art. 6, 7 da Lei 37/81 (adaptado):

“O Governo pode conceder a nacionalidade por naturalização (…) aos descendentes de judeus sefarditas portugueses (…) ”

Nesse sentido, cabe a quem requer a nacionalidade portuguesa, entender as balizas decisórias do Ministro da Justiça, autoridade pública responsável por julgar as referidas solicitações de nacionalidade, conforme determina o art. 7 da Lei nº 37/81 e art. 28 do Regulamento da Nacionalidade Portuguesa (DL nº 237-A/2006).

Nossa equipe de advogados possui ampla experiência em processos de nacionalidade sefardita, tendo obtido sucesso em 100% dos pedidos até o momento.

Entre em contato e saiba como podemos auxiliá-lo a conseguir a cidadania portuguesa.

[/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=”A nacionalidade pode ser indeferida?” _builder_version=”3.19.11″ open=”off”]

A lei prevê o direito e, caso haja alguma diligência, é importante ter o acompanhamento jurídico.

Caso o requerimento possua algum erro de forma ou o processo não esteja devidamente instruído, a Conservatória dos Registos Centrais -CRC poderá indeferir o pedido, liminarmente, conforme prevê os arts. 27º e 32º do DL nº 237-A/2006.

Apesar de não ser recorrente, o número de decisões de indeferimento liminar tem crescido nos últimos meses, devido ao elevado volume de pedidos de nacionalidade recebido pelas autoridades portuguesas.

No mérito, o conservador poderá emitir parecer no sentido do indeferimento, hipótese em que o requerente terá 20 dias para se manifestar (art.27º, 11 do DL nº 237-A/2006) ou poderá solicitar outros documentos para melhor análise do caso (art. 42º, 1 do DL nº 237-A/2006).

Em outra hipótese, o pedido poderá ser negado caso o Ministro da Justiça entenda que o requerente não possui os requisitos necessários para se nacionalizar português.
A decisão poderá ser discutida em âmbito de recurso administrativo ou poderá ser objeto de ação judicial.

Recomendamos aos que já conseguiram a certificação sefardita ou os que estão em vias de conseguir, que procurem instruir seus processos desde o início da forma devida, para que possam evitar decisões desfavoráveis durante o processo.

[/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=”Quais os documentos necessários?” _builder_version=”3.19.11″ open=”off”]

A lista, se bem orientada, torna-se viável e garante o deferimento e o bom andamento do processo.

Os documentos necessários para instrução do processo de nacionalidade pela via sefardita estão previstos no art. 24º, 3 do DL nº 237-A/2006 e, de forma complementar, na legislação esparsa.

Conforme determina o art. 42º, 1 do DL nº 237-A/2006, poderão ser solicitados outros documentos pelo conservador, hipótese em que o requerente terá um prazo para se manifestar.

Considerando nossa experiência nessa espécie de processo, recomendamos que cada caso seja analisado de forma individualizada.

[/et_pb_accordion_item][et_pb_accordion_item title=”Há chance de revogação da lei em Portugal?” _builder_version=”3.19.11″ open=”off”]

Sugerimos sempre que, uma vez emitido o certificado, o processo de nacionalidade seja iniciado de imediato.

Essa é uma dúvida muito recorrente, que tem como fundamento o prazo estabelecido pelo ordenamento espanhol, que desde a sua publicação já previa um prazo limite para apresentação do requerimento de nacionalidade.

No entanto, em Portugal optou-se por não se estabelecer qualquer prazo para o pedido da nacionalidade sefardita, e, até então, não há qualquer razão para acreditar que a Lei de Nacionalidade (Lei nº 37/81) será alterada ou revogada.

Na Espanha, a nacionalidade sefardita foi instituída por meio de uma lei transitória, Ley 12/2015, de 24 de junho, que tinha um prazo inicial de vigência de 3 anos, podendo ser prorrogada por mais 1 ano. Por deliberação do Conselho de Ministros, em março de 2018, a Espanha prorrogou até 01 de outubro de 2019 o prazo para o recebimentos de pedido de nacionalidade sefardita.

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